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terça-feira, 7 de setembro de 2010

Resultados 19ª Rodada - jogos de Domingo

- Avaí 0 x 1 Atlético/PR
Maikon Leite, aos 49 do 2º tempo para o Atlético/PR.

- Palmeiras 2 x 3 Cruzeiro
Kléber, aos 35 e Maurício Ramos aos 36 do 1º tempo para o Palmeiras;
Roger, aos 14, Montillo, aos 19 e Farias, aos 40 do 2º tempo para o Cruzeiro.

- Guarani 2 x 1 Fluminense
Baiano, aos 33 do 1º tempo e Fabão, aos 31 do 2º tempo para o Guarani;
Emerson, aos 11 do 1º tempo para o Fluminense.

- Santos 0 x 0 Flamengo

- Atlético/MG 2 x 3 São Paulo
Obina, aos 17 e aos 39 do 1º tempo para o Atlético/MG;
Casemiro, aos 10 do 1º tempo, Marcelinho, aos 15 e Fernandão, aos 15 do 2º tempo para o São Paulo.

- Atlético/GO 4 x 1 Vitória
Elias, aos 44 do 1º tempo, Juninho, aos 11 e aos 42 e Elias, aos 38 do 2º tempo para o Atlético/GO;
Elkeson, aos 27 do 2º tempo para o Vitória.

- Internacional 2 x 0 Grêmio Prudente
Rafael Sóbis, aos 5 e Leandro Damião, aos 28 do 2º tempo para o Internacional.

Resultados 19ª Rodada - jogos de Sábado

- Botafogo 2 x 2 Grêmio
Antonio Carlos, aos 15 e Herrera aos 20 do 1º tempo para o Botafogo;
Jonas, aos 8 e aos 40 do 2º tempo para o Grêmio.

- Ceará 0 x 2 Vasco
Zé Roberto, aos 7 do 1º tempo e Felippe Bastos aos 37 do 2º tempo para o Vasco.

- Corinthians 5 x 1 Goiás
Bruno César, aos 42 do 1º tempo; Iarley, aos 10 e aos 29, Jorge Henrique, aos 15 e Boquita, aos 38 do 2º tempo para o Corinthians;
Bernardo, aos 7 do 1º tempo para o Goiás.

domingo, 5 de setembro de 2010

Resultados 18ª Rodada - jogos de Quinta-feira

- São Paulo 2 x 1 Atlético/GO
Xandão, aos 23 do 1º tempo e Dagoberto aos 23 do 2º tempo para o São Paulo;
Juninho, aos 5 do 2º tempo para o Atlético/GO.

- Santos 2 x 1 Avaí
Neymar, aos 50 segundos do 1º tempo e Marcel aos 38 do 2º tempo para o Santos;
Válber, aos 42 do 2º tempo para o Avaí.

Resultados 18ª Rodada - jogos das 22h00

- Cruzeiro 1 x 0 Flamengo
Robert, aos 9 do 1º tempo.

- Atlético/PR 2 x 1 Ceará
Branquinho, aos 17 e Chico aos 29 do 2º tempo para o Atlético/PR;
Magno Alves, aos 44 do 2º tempo para o Ceará.

- Fluminense 1 x 1 Palmeiras
Emerson, aos 15 do 1º tempo para o Fluminense;
Ewerthon, aos 48 do 2º tempo para o Palmeiras.

Resultados 18ª Rodada - jogo das 21h00

Goiás 1 x 3 Atlético/MG
Bernardo, aos 5 do 1º tempo para o Goiás;
Obina, aos 38 do 1º e aos 35 do 2ºtempo; Diego Souza aos 28 do 2º tempo.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Resultados 18ª Rodada - jogos das 19h30

- Grêmio Prudente 0 x 1 Botafogo
Maicossuel, aos 30 do 2º tempo.

- Grêmio 1 x 0 Guarani
Jonas, aos 23 do 1º tempo.

- Vitória 0 x 0 Internacional

Voltando a ativa!

Queria primeiro pedir desculpas pelo tempo de inatividade deste blog.
Devido a alguns problemas pessoais, nós, moderadores, estivemos afastados.
Obrigado a todos pela compreensão!

sábado, 31 de julho de 2010

Santos 2 x 0 Vitória - 28/jul - Vila Belmiro

Passados os primeiros 90 minutos da final da Copa do Brasil, podemos afirmar que o Santos está mais próximo de levantar a taça pela primeira vez em sua história. Em um jogo de ataque contra defesa, o alvinegro praiano venceu o Vitória por 2 a 0 e leva uma vantagem considerável para a segunda partida no Barradão. Mas vamos ao jogo...
O Vitória entrou na partida para se defender, num 4-3-2-1, com Elkeson jogando como meia junto com Ramon, três volantes marcadores, Vanderson, Fernando e Neto Coruja. Com a contusão do lateral direito Rafael Cruz aos 17 minutos do jogo, Neto Coruja passou a jogar como lateral e Bida entrou no meio. Mas pouco importa o esquema tático: O Vitória entrou em campo para se defender.
Já o Santos entrou em campo para vencer a partida, pela maior quantidade de gols possível. E tudo pareceu se desenhar da melhor maneira quando aos 14 minutos, Pará fez belo cruzamento e Neymar, a lá Renato Gaúcho, de barriga, abriu o marcador. O Santos marcava no campo de defesa do Vitória não deixando espaços para os baianos. Até o final do primeiro tempo o Santos teve ainda duas excelentes chances de ampliar: a primeira com Robinho, em jogada de Alex Sandro e a segunda com André, depois de belo lançamento de Ganso e jogada de Neymar. Excelente atuação do time inteiro, com destaque para Pará, Arouca e Ganso.
Na volta do intervalo, debaixo de muita fumaça dos sinalizadores acessos pela torcida, a pressão alvinegra continuava forte. Até os 7 minutos foram quatro chances claras de gol: 1 com Neymar, 2 com Robinho e a melhor, ou pior, delas com Ganso. E os baianos só se defendiam. Aos 28 minutos, depois de bela jogada, Neymar sofreu pênalti cometido por Wallace. Na cobrança, com o veto da FIFA para a paradinha, Neymar optou pela cavadinha. O goleiro Lee pegou com facilidade. A reação do estádio foi inexperada. Achei que dariam apoio a Neymar , mas pelo contrário . Muitas vaias e palavras nada elogiosas era o que se escutava vindo das arquibancadas.
Logo em seguida Dorival Junior fez com que os torcedores esquecessem Neymar: tirou Robinho e Ganso para a entrada de Zé Eduardo e Marquinhos. A saída de Robinho a torcida entendeu, mas não perdoaram a retirada de Ganso. As vaias e o coro de burro duraram alguns minutos até que em falta sofrida por Zé Eduardo, Marquinhos fez o segundo gol do Santos. O peixe ainda perdeu duas chances com Zé Eduardo até o apito final de Leonardo Gaciba.
O resultado em si é bom. Em disputas que o gol fora de casa vale mais, uma vitória por 2 a 0 em casa é um resultado excelente. Mas pelas circunstâncias do jogo, foi pouco.

NEYMAR
Muito se discutiu a respeito da cobrança cavadinha de Neymar. A maioria recriminou o atleta. Mas caso ele convertesse o pênalti, estaríamos discutindo a genialidade do garoto, assim como aconteceu quando das paradinhas diante Rogério Ceni. Então acredito que assim: se você vibrou com gols em pênalti de paradinha ou cavadinha, não deve criticar Neymar. Agora se você acha uma palhaçada cobranças assim, aproveite a oportunidade e cornete a vontade.

domingo, 18 de julho de 2010

O que foi a Copa do Mundo de 2010!!!

Infelizmente terminou a Copa. Tentarei fazer um breve resumo do que aconteceu nesses 30 dias de Mundial. Mesmo porque, já recomeçou o Brasileirão, daqui a pouco Libertadores e Copa do Brasil e não encerremos esse assunto.
Não concordo com aqueles que disseram, durante a Copa, que esse poderia ser considerado o Mundial das zebras. Muito pelo contrário... A única zebra mesmo foi a Inglaterra, caindo nas oitavas e talvez Paraguai nas quartas. Antes que alguém pergunte, não considero o Uruguai zebra. Jogaram um excelente torneio, tiveram caminho facilitado pelas más campanhas de França e Inglaterra mas mereceram chegar as semifinais.
Vamos fazer uma retrospectiva rápida:

GRUPO A:
- ÁFRICA DO SUL: país anfitrião, não tinha time para ir mais longe. Surpreendeu na estréia a boa seleção mexicana, mas sucumbiu diante do Uruguai e mesmo com a vitória da desmantelada França acabou eliminada;
- MÉXICO: seleção que mais treinou antes do Mundial, tinha pretensões de ir mais longe. Sentiu a estréia contra os anfitriões, conseguindo apenas o empate, mas venceu com autoridade a França em jogo que expôs o "balaio de gatos" que os le bleus se encontravam. No jogo decisivo perdeu dos uruguaios, ficaram em 2ºlugar no grupo e reservaram passagem de volta para casa depois do confronto contra os argentinos nas oitavas;
- URUGUAI: Jogou uma partida de cada vez: não perdeu para França, matou o jogo contra os bafana-bafana no momento certo e venceu o México para fugir da Argentina. Jogou o necessário para vencer a Coréia do Sul nas oitavas, passou nos penaltis por Gana em jogo histórico, com defesa no último minuto e derrotas contra Holanda e Alemanha, onde tinha o pior time mas tentou o resultado positivo até o fim. Destaque para Forlan, eleito o melhor jogador da Copa, Luiz Suarez e Diego Lugano. Surpreendeu;
- FRANÇA: chegou desacreditada, principalmente depois do escandalo envolvendo 4 jogadores da seleção. O treinador foi muito questionado pela imprensa, torcedores e jogadores, culminando com o episódio da dispensa do atacante Anelka. Em campo, nada mostrou. Empate em jogo feio contra uruguaios, derrota contra México e África do Sul. Muito para mudar nos próximos 4 anos.

GRUPO B:
- ARGENTINA: Desembarcou na África do Sul entre as favoritas ao título. A cada jogo aumentavam as chances, com o ataque melhorando e Messi se soltando, apesar do fraco desempenho do sistema defensivo. Dentro de um grupo dos mais fracos, passou por Nigéria, Coréia do Sul e Grécia (nesse jogo com uma equipe mista) sem maiores dificuldades. Contra o México, passava sufoco quando abriu o placar em gol irregular de Tevez (só trio de arbitragem não viu Tevez a frente), mas diante da Alemanha desmoronou. Derrota por sonoros 4 a 0, fora o baile. Me parece um erro a manutenção de Maradona no cargo de treinador. Na minha opinião, trabalho muito parecido com o de Dunga;
- NIGÉRIA: Não foi o time que assustou em outras edições do Mundial. Mesmo mantendo a base do time medalha de prata na Olimpíada de Pequim, perdeu para a Argentina na estréia e para Grécia no segundo jogo (jogou quase 70 minutos com 10 jogadores). Acordou para o Mundial tarde demais, na última partida, em empate por 2 a 2 contra os sul-coreanos. Destaque para o goleio Eneyama, que fechou o gol na estréia.
- CORÉIA DO SUL: Sempre foram saco de pancada. Um dos times que me surpreendeu nesse Mundial. Com um futebol rápido e muita disciplina tática, venceram os gregos e dificultaram o jogos para os argentinos em alguns momentos. Com empate frente a Nigéria classificou para as oitavas de final e enfrentaram o Uruguai. Erraram demais. Falta um grande finalizador, um matador mesmo. Eliminados de cabeça erguida;
- GRÉCIA: uma das equipes que mais decepcionou. A maior característica, a forte defesa, esteve mal durante todo o torneio. Apesar da vitória contra a Nigéria, não foi pareo para coreanos.

GRUPO C:
- INGLATERRA: Maior decepção do Mundial. Time muito badalado, com Gerard e Lampard no meio campo e Rooney no ataque. Mas nenhum deles realmente esteve no torneio. Sofreu com contusões pré-copa, mas mesmo assim, faltou futebol. Empate na estréia contra os EUA, com direito a frangaço do goleiro Green. Depois empate sem gols com a Argélia em jogo horroroso e classificação para as oitavas depois de vitória frente aos eslovenos. No mata-mata viu os alemães jogar. Teve um gol não validado de Lampard, mas mesmo com o gol, não demonstraram futebol para parar os germanos. É muito dinheiro para um treinador que não conseguiu resultado algum.
- EUA: Outro time que tenta deixar de ser pequeno. Me agradou demais também. Muito bem distribuído taticamente, tem jogadores de qualidade. sentiu falta de finalizador. Empate na estréia contra a Inglaterra, empate com a Eslovênia (teve gol legal anulado) e vitória contra a Argélia aos 48 do 2º tempo que garantiu 1ª colocação no grupo. Nas oitavas, em jogo contra Gana, perderam na prorrogação porque faltou pernas. Os americanos começaram todos os jogos perdendo e precisaram correr atrás do resultado. Tanto que definiram as partidas frente Eslovênia e Argélia nos minutos finais. Isso fez com o desgaste fosse muito maior. Excelente técnico. Boa participação.
- ARGÉLIA: Time muito fraco, um dos piores do torneio. Só se defenderam e quando tentaram atacar demonstraram baixo nível técnico. Roubando frase de algum comentarista de TV, que agora não me lembro, o Egito, seleção eliminada pelos argelinos, certamente faria melhor papel. Derrota na estréia contra Eslovênia (jogo candidato a um dos piores da Copa), empate contra o English Team e derrota frente aos americanos.
- ESLOVÊNIA: Time muito fraco também. Arriscaram um chute conta argelinos e venceram a partida. Com a ajuda da arbitragem, empataram com os americanos e entraram na última rodada com a 1ª colocação e precisando apenas empatar contra os ingleses. A Rússia, eliminada pelos eslovenos, certamente faria melhor papel.

domingo, 11 de julho de 2010

Holanda 0 x 1 Espanha


Um novo campeão mundial foi conhecido no último domingo. A Fúria espantou a fala de amarelona e enfim conquistou a primeira Copa do Mundo de sua história. Em um jogo muito duro, com várias jogadas ríspidas, poucas chances de gol e 120 minutos de partida.
Seguindo todos as previsões feitas antes da partida, foi o jogo da disciplina tática holandesa contra o toque de bola espanhol. E como aconteceu em outros jogos, os holandeses "desceram a bota", bateram demais. De Jong e Van Bommel param todas as jogadas com faltas, geralmente desleais. Tanto que De Jong deveria ter sido expulso ainda no primeiro tempo, depois de dar uma voadora em disputa de bola contra espanhol. Os "laranjas" não conseguiam jogar. Sneider era muito bem marcado por Busquets e com o meia holandês fora do jogo, Robben também não aparecia. Mesmo porque a Holanda só defendia. Jogou com a mesma escalação do início da Copa, contando com Robben que estreou apenas na 3ª rodada, um 4-2-3-1 que facilmente mudava para 4-3-3 dependendo do jogo. Mas na partida final o atacante Kuyt, por exemplo, abdicou de atacar, só defendeu. Van Persie, isolado no ataque, pouco fez.
Já os espanhóis jogaram no mesmo 4-2-3-1, mas com uma postura muito mais ofensiva. Os volantes Busquets e Xabi Alonso, os meias Xavi, Iniesta e Pedro (apesar de atacante, fez durante toda a Copa o lado, hora esquerdo hora direito, da linha de 3 meias espanhóis) e Villa na frente. E essa formação, além do entrosamento, com 4 dos 5 jogadores do meia atuando no Barcelona, é rápido, técnica e muito habilidosa. Na base do toque de bola, às vezes muito horizontais mas mesmo assim muito envolventes, tentavam furar o bloqueio holandês. Mas era difícil. A Holanda fechava todos os espaços. Tanto que a Espanha teve 3 chances na primeira etapa. Uma com Villa e duas com o lateral Sergio Ramos, chegando de surpresa na área. Mas foi só. De resto só pancadaria, com a Holanda batendo e a Espanha revidando na mesma moeda.
No segundo tempo o jogo melhorou. Nas duas únicas aparições de Sneider na partida, dois excelentes lançamentos para Robben, que mostrou porque Chelsea e Real Madrid não fizeram tanta questão de segurá-lo em seus elencos. Mas para não cometer injustiça, duas belas intervenções de Casillas. A Espanha partia para o abafa. Os laterais Sergio Ramos e Capdevilla começavam a apoiar com mais intensidade e Vicente Del Bosque mexeu muito bem no time. Tirou Pedro e colocou Jesus Navas, que atua como um ponta direita das antigas. Venceu algumas vezes o duelo com Van Bronckhorst. e tirou Xabi Alonso e colocou Fábregas. E o jogador do Arsenal jogou demais. Sangue novo, teve 2 oportunidades de gol e deu o passe para Iniesta, o grande jogador da partida, fazer o gol do título na prorrogação. Um jogo que começou extremamente equilibrado e terminou como um passeio. A Espanha dominou a Holanda. Provou em campo o que se fala a 4 anos. São a melhor seleção de futebol do planeta!!!

Gol
Espanha: Iniesta, aos 11min do 2º tempo da prorrogação

Esquema Tático da Holanda
4-2-3-1
Stekelenburg; Van der Wiel, Heitinga, Mathijsen e Van Bronckhorst (Braafheid); Van Bommel e De Jong (Van der Vaart); Robben, Sneijder e Kuyt (Elia); Van Persie. Técnico: Bert van Marwijk

Esquema Tático da Espanha
4-2-3-1
Casillas; Sergio Ramos, Piqué, Puyol e Cadpevila; Busquets e Xabi Alonso (Fàbregas); Pedro (Jesús Navas), Xavi e Iniesta; David Villa (Fernando Torres). Técnico: Vicente del Bosque

Cartões amarelos
Holanda: Van Persie, Van Bommel, De Jong, Van Bronckhorst, Robben, Van der Wiel e Mathijsen
Espanha: Puyol, Sergio Ramos, Capdevila, Iniesta e Xavi

Cartão vermelho
Holanda: Heitinga

Árbitro
Howard Webb (ING)

Local
Estádio Soccer City, Johannesburgo

Público
84.490

Nova previsão do Polvo Paul

Ele já sabia!!

Reuters

Novamente o Polvo Paul acerta mais uma previsão, mantendo assim 100% de aproveitamento nessa copa do mundo e se consagrando como único protagonista da Copa do Mundo de 2010 a atingir este incrível feito.

Parabéns Paul!!!

Após a vitória da Espanha, Paul, muito emocionado, faz nova previsão, dessa vez sobre seu próprio futuro profissional.


Parabéns Espanha!!! E até a próxima Copa do Mundo, Paul!! (ou não...)

sábado, 10 de julho de 2010

Uruguai 2 x 3 Alemanha


Gols
Uruguai: Cavani, aos 27min do 1º tempo, e Forlán, aos 5min do 2º tempo
Alemanha: Müller, aos 18min do 1º tempo; Jansen, aos 10min, e Khedira, aos 36min do 2º tempo

Esquema Tático do Uruguai
4-4-2
Muslera; Fucile, Lugano, Godín e Cáceres; Maxi Pereira, Diego Pérez (Gargano), Arévalo e Cavani (Loco Abreu); Suárez e Forlán. Técnico: Oscar Tabárez

Esquema Tático da Alemanha
4-2-3-1
Butt; Boateng, Mertesacker, Friedrich e Aogo; Khedira e Schweinsteiger; Müller, Özil (Tasci) e Jansen (Kroos); Cacau (Kiessling). Técnico: Joachim Löw

Cartões amarelos
Uruguai: Diego Pérez
Alemanha: Aogo, Cacau e Friedrich

Árbitro
Benito Archundia (MEX)

Local
Estádio Nelson Mandela Bay, Port Elizabeth

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Alemanha 0 x 1 Espanha


Gol
Espanha: Puyol, aos 27min do 2º tempo

Esquema Tático da Alemanha
4-2-3-1
Neuer; Lahm, Mertesacker, Friedrich e Boateng (Jansen); Khedira (Mario Gómez) e Schweinsteiger; Trochowski (Kroos), Özil e Podolski; Klose. Técnico: Joachim Löw

Esquema Tático da Espanha
4-2-3-1
Casillas; Sergio Ramos, Piqué, Puyol e Capdevila; Busquets e Xabi Alonso (Marchena); Iniesta, Xavi e Pedro (David Silva); David Villa (Fernando Torres). Técnico: Vicente del Bosque

Árbitro
Viktor Kassai (HUN)

Local
Estádio Moses Mabhida, Durban

terça-feira, 6 de julho de 2010

Uruguai 2 x 3 Holanda


Gols
Uruguai: Forlán, aos 40min do 1º tempo, e Maxi Pereira, aos 46min do 2º tempo
Holanda: Van Bronckhorst, aos 17min do 1º tempo; Sneijder aos 25min, e Robben, aos 28min do 2º tempo

Esquema Tático do Uruguai
4-4-2
Muslera; Maxi Pereira, Victorino, Godín e Cáceres; Diego Pérez, Arévalo, Gargano e Álvaro Pereira (Loco Abreu); Cavani e Forlán (Sebastián Fernández). Técnico: Oscar Tabárez

Esquema Tático da Holanda
4-2-3-1
Stekelenburg; Boulahrouz, Heitinga, Mathijsen e Van Bronckhorst; Van Bommel e De Zeeuw (Van der Vaart); Robben (Elia), Sneijder e Kuyt; Van Persie. Técnico: Bert van Marwijk

Cartões amarelos
Uruguai: Maxi Pereira e Cáceres
Holanda: Sneijder, Boulahrouz e Van Bommel

Árbitro
Ravshan Irmatov (UZB)

Local
Estádio Green Point, Cidade do Cabo

sábado, 3 de julho de 2010

Espanha 1 x 0 Paraguai

Dessa vez Espanha e Paraguai pela disputa da última vaga na semi-final da copa de 2010.

Espanha buscando , pela primeira vez na história, seu lugar entre as 4 melhores seleções do mundo, e Paraguai, impulsionado pelo mundo, buscando a verdadeira faceta da musa Larissa Riquelme.

Andrés Cristaldo - EFE

Graças a Espanha, em todo seu egoísmo, o mundo chora.

Pelo começo do jogo já arriscava dizer que a Fúria, novamente, estava prestes a "espanhar". Fruto talvez da famosa maldição das quartas-de-final. Paraguai, uma seleção que aparentemente não causava nenhum perigo, mostrou que de frajuto só os produtos que impulsionam sua economia. O mesmo não pode ser dito a respeito do árbitro, mais um que vai pra casa pra nunca mais voltar.

O esquema de jogo armado por Gerardo Martini anulou o jogo da Espanha, onde podemos ver nitidamente a grande dificuldade na troca de passes e prosseguimento as jogadas.

Infelizmente mais um jogo recheado de erros de arbitragem, prejudicando a nudez da paraguaia, digo, fluidez dos paraguaios, por um impedimento inexistente em seu primeiro gol. Todavia, um pênalti marcado corretamente, após a tentativa de desmembramento de Piqué em cima do Cardozo, e desperdiçado pelo Paraguai.

A seguir um novo pênalti marcado, dessa vez para Espanha. Após a cobrança convertida e invalidada pelo juiz, devido a invasão na grande área, que também ocorreu na cobrança do pênalti a favor Paraguai, porém validada. Em nova cobrança, dessa vez desperdiçada, novo pênalti (dessa vez existente e não marcado) e o jogo continua no zero a zero, porém agora com uma nova cara. Espanha melhorou progressivamente e finalmente alcançou o gol, apesar da trave discordar, por 3 vezes seguidas em 2 chutes.


Reuters

O Paraguai acabou se abrindo dando mais oportunidades para Espanha mostrar seu verdadeiro e prometido estilo de jogo, o que até agora não vimos nessa copa. Entretanto o jogo terminou com 1 para a Espanha e 0 para o Paraguai. Uma atuação memorável do Paraguai que, apesar de todas suas limitações, buscou o jogo e bateu de frente com a não tão furiosa Espanha.

Agora com as semi-finais decididas e sem o perigo de vermos Maradona como veio ao mundo, nos resta esperar:

* Por quem Mick Jagger torcerá?
* Quem será a próximo personalidade a prometer um ensaio nu?
* Mick Jagger posará nu?


A cada etapa da copa do mundo a emoção fica maior e estou ansioso para ver Uruguai VS Holanda e Alemanha VS Espanha.

Argentina 0 x 4 Alemanha


Quem diria antes da Copa do Mundo que a Argentina seria eliminada pela Alemanha por um placar elástico como esse. Ouso dizer que nem mesmo antes da partida alemão nenhum chegou a imaginar um 4 a 0. Um confronto que tinha tudo para ser muito equilibrado acabou sendo uma aula de futebol, tendo os germânicos como professores e não só a Argentina mas o Mundo todo como alunos. Tentarei, mais uma vez, falar apenas da partida. Se temos muito que falar sobre as opções de Dunga pelo lado brasileiro, temos muito que falar de Maradona também. Mas deixemos as cornetadas para depois.
E o jogo mal começou e a Alemanha abriu o placar. Pelo lado fraco da defesa argentina, setor direito, Otamendi cometeu falta. Na cobrança de Schweinsteiger, Muller com um leve desvio abriu o placar. E pela primeira vez no Mundial, a Argentina tinha que correr atrás do prejuízo. Os hermanos começaram o jogo num 4-4-2, a la Luxemburgo, com os 4 meias formando um losango, com Mascherano como volante, Maxi Rodriguez pela direita, Di Maria pela esquerda e Messi no meio, mas com liberdade para se juntar aos atacantes Tevez e Higuain. Só que o esquema tático não é o forte desse time da Argentina, quem dirá de Maradona. Di Maria é um meia-atacante que tem dificuldade em marcar e fechar espaços. Maxi Rodriguez é um ala, funciona melhor em esquemas com linhas de 4. Logo o meio campo argentino, territorialmente, estava mal ocupado. Logo, muito espaço para os volantes alemães. Khedira e Schweinsteiger tiveram muita liberdade para tocar a bola e diversas vezes apareceram livres entre os zagueiros argentinos. Messi e Tevez tentaram voltar para buscar o jogo. A Argentina até teve algumas oportunidades. Em certo momento Maradona mudou o posicionamento dos jogadores. Inverteu Maxi Rodriguez com Di Maria. Boateng é um lateral bem pior que Lahm, que até então anulava o ex-jogador do Benfica. Mas ao fim do primeiro tempo todos tiveram a mesma impressão: 1 a 0 foi pouco para Alemanha.
No segundo tempo o técnico Low adotou a mesma postura adotada na partida contra a Inglaterra: recuou a marcação da equipe, que se encolhia inteira no seu campo de defesa. Fecharam todos os espaços. E na volta do intervalo os argentinos já não tinham mais desenho tático. Era na base da vontade. Só que para vencer essa Alemanha é preciso muito mais que vontade. Numa saída errada da Argentina, Podolski foi ao fundo e cruzou rasteiro para Klose fazer o segundo, Friedrich fez o terceiro após cruzamento na área e Klose fechou o placar depois de bela jogada de Ozil. Fácil, assim mesmo. Foi pouco para falar a verdade, tamanha foi a superioridade alemã. Maradona tentou mexer no time, mas a Alemanha dominou completamente os hermanos. Meus palpites estão furados até aqui, apostava numa final entre Brasil e Argentina, mas acredito que hoje a favorita ao título é a Alemanha.
É impressionante o futebol que esse time joga. Vão sentir muita falta de Muller na semifinal, mas ninguém até aqui jogou tão bem quanto eles. E Klose, a um gol de se tornar o maior artilheiro da história das copas, gosta desse torneio como poucos.

Gols
Alemanha: Müller, aos 3min do primeiro tempo; Klose, aos 23min do segundo tempo; Friedrich, aos 29min do segundo tempo; e Klose, aos 44min do segundo tempo

Esquema Tático da Argentina
4-1-3-2
Romero; Otamendi (Pastore), Demichelis, Burdisso e Heinze; Mascherano; Maxi Rodríguez, Messi e Di María (Agüero); Tevez e Higuaín. Técnico: Diego Maradona

Esquema Tático da Alemanha
4-2-3-1
Neuer; Lahm, Mertesacker, Friedrich e Boateng (Jansen); Khedira e Schweinsteiger; Müller (Trochowski), Özil e Podolski; Klose.Técnico: Joachim Löw

Cartões amarelos
Argentina: Otamendi e Mascherano
Alemanha: Müller

Árbitro
Ravshan Irmatov (Uzbequistão)

Local
Estádio Green Point, na Cidade do Cabo

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Uruguai 1 (4) x (2) 1 Gana


Está difícil escrever. Não sei por onde começar. Um jogo espetacular, de várias histórias, vários pontos de vista e um final. Que é por onde começo. Vai ter estomâgo assim na África do Sul, Loco Abreu. Cavadinha no último penalti é demais!
Foi demais. E eu que achava que o jogo seria sem graça. Cheguei a falar isso diversas vezes. O Uruguai me decepcionou contra a Coréia do Sul. Fez um a zero e se encolheu. Gana também não me agradara. Esperava um futebol mais envolvente, com menos força. Mas que jogo!
Os africanos chegaram a Copa desacreditados, em função da perda de seu melhor jogador, Michael Essien, que contundido ficou de fora da Copa. Não encantaram na primeira fase. Se mostraram incansáveis nas oitavas e hoje foi mais um dia de superação. Entraram em campo sem o destaque da equipe nesse Mundial, Andre Ayew, filho de Abedi Pelé, suspenso por dois cartões amarelos, que deu lugar a Muntari, brigado com o técnico e fora do time titular nas 4 partidas anteriores, mas que num belo chute de fora da área abriu o marcador para Gana. Placar de certa maneira injusto. O Uruguai esteve melhor nos minutos iniciais. Os ganeses equilibraram no decorrer da partida.
E a história continuou no segundo tempo. A Celeste fez prevalecer a superioridade e empatou o jogo em cobrança de falta de Forlan. Junto com Suarez, grandes destaques desse Uruguai que entra para história. O jogo era bom, franco. Muito contrário a previsão feita por mim de jogo burocrático, fruto do confronto de dois times pragmáticos. Me enganei. Vieram para o jogo e ambas as equipes criaram chances para vencer. Mas o empate no tempo normal foi justo. Prorrogação!
Minha impressão é que o primeiro tempo foi dos uruguaios e o segundo dos ganeses. Que preparo dos africanos. Gana pressionou demais o Uruguai no final do jogo. E na última bola da partida, bate-e-rebate na área. Por três vezes a bola foi tirada em cima da linha. Muslera, o goleiro, com a mão. Depois Suarez, atacante, duas vezes: uma com os pés e a segunda com a mão. Expulsão e penalti. Desolado, Suarez sai de campo sabendo que fez o que deveria. Mesmo porque instantes depois Gyan chuta a bola no travessão e o jogo vai para a disputa de penaltis.
Depois de tudo o que aconteceu, o Uruguai entrou no desempate com vantagem. E Loco Abreu, com requintes de crueldade, manda Gana de volta para casa.

Gols
Uruguai: Forlán, aos 9min do 2º tempo
Gana: Muntari, aos 46min do 1º tempo

Esquema Tático do Uruguai
4-4-2
Muslera; Maxi Pereira, Lugano (Scotti), Victorino e Fucile; Álvaro Fernández (Lodeiro), Diego Pérez, Arévalo e Cavani (Abreu); Forlán e Suárez. Técnico: Oscar Tabárez

Esquema Tático de Gana
4-1-4-1
Kingson; Paintsil, Vorsah, Mensah e Sarpei; Annan; Inkoom (Appiah), Asamoah, Kevin-Prince Boateng e Muntari (Adiyiah); Gyan. Técnico: Milovan Rajevac

Cartões amarelos
Uruguai: Fucile, Arévalo e Diego Pérez
Gana: Paintsil, Sarpei e Mensah

Cartão vermelho
Uruguai: Suárez

Árbitro
Olegário Benquerença (POR)

Local
Estádio Soccer City, Johannesburgo

Holanda 2 x 1 Brasil


Acabou o sonho do hexa! O Brasil foi derrotado pela seleção da Holanda. Tentarei aqui analisar apenas o que aconteceu no jogo, sem achar culpados nem fazer uma retrospectiva dos últimos quatro anos. Esse tipo de análise faremos depois, mesmo porque o Brasil foi eliminado, mas a Copa continua...
O jogo começou como qualquer brasileiro sonhava. O Brasil muito bem postado em campo, abrindo o placar logo no início da partida com conclusão de Robinho logo após belo lançamento de Felipe Melo. A Holanda não conseguia manter a posse de bola. Robben tinha Michel Bastos na marcação e Juan e Felipe Melo na sobra. Sneider seguido de perto por Gilberto Silva. Com a bola no pé, tivemos um excelente primeiro tempo de Daniel Alves, na minha opinião, melhor atleta pelos lados do Brasil. Tive a impressão que Robinho e Kaká tiveram suas posições invertidas novamente (Em breve publicarei aqui os mapas de calor cedidos pela FIFA para comprovar essa tese do meu amigo André Quaresma.) Mas o time vinha bem, parecia que o jogo estava nas nossas mãos. Perdemos chances claras com Juan e Kaká. E a máxima do futebol voltou a tona. Quem não faz toma.
Na volta do segundo tempo, a seleção voltou dispersa. Felipe Melo que o diga. Em toque de calcanhar errado do meia da Juventus, a Holanda criou a primeira chance. Em falta dura de Michel Bastos em Robben (detalhe: Michel poderia tranquilamente ter sido expulso), Sneijder centrou a bola para área e em lambança de Julio Cesar e Felipe Melo, os "laranjas" empataram. E o Brasil se perdeu em campo. Não tinhamos posse de bola. A impressão que tenho é que a superioridade no primeiro tempo aconteceu devido a liberdade que Daniel Alves tinha. Na etapa complementar, Daniel foi anulado por De Jong. Maicon foi bem marcado o jogo inteiro por Kuyt. E com chutões para frente fica muito difícil se jogar. Quando Kuyt escorou no primeiro pau o escanteio e Sneijder, mal marcado por Felipe Melo, sozinho, completou para gol ficou a impressão que já era. E já foi mesmo. A expulsão de Felipe Melo, depois de pisão covarde em Robben, foi merecida e contribuiu para derrocada brasileira. O desespero e nervosismo dos comandados de Dunga era evidente. Nem pareciam ser um time tão experiente.
Que fique claro: a Holanda mereceu vencer. Fez um segundo tempo irrepreensível. Confrontos equilibrados igual a este são vencidos no detalhe. Alguns detalhes decidiram este.

Gols
Holanda: Felipe Melo (contra) aos 8min e Sneijder aos 23min do 2º tempo
Brasil: Robinho, aos 10min do 1º tempo

Esquema Tático da Holanda
4-2-3-1
Stekelenburg; Van der Wiel, Heitinga, Ooijer e Van Bronckhorst; Van Bommel e De Jong; Robben, Sneijder e Kuyt; Van Persie (Huntelaar)
Técnico: Bert van Marwijk

Esquema Tático do Brasil
4-2-3-1
Júlio César; Maicon, Lúcio, Juan e Michel Bastos (Gilberto); Gilberto Silva e Felipe Melo; Daniel Alves, Kaká e Robinho; Luís Fabiano (Nilmar)
Técnico: Dunga

Cartões amarelos
Holanda: Heitinga, Van der Wiel, Ooijer e De Jong
Brasil: Michel Bastos

Cartão vermelho
Brasil: Felipe Melo

Árbitro
Yuichi Nishimura (Japão)

Local
Nelson Mandela Bay, em Port Elizabeth

Espanha 1 x 0 Portugal


Gol
Espanha: David Villa, aos 18min do 2º tempo

Esquema Tático da Espanha
4-2-3-1
Casillas; Sergio Ramos, Piqué, Puyol e Capdevila; Busquets e Xabi Alonso (Marchena); Iniesta, Xavi e David Villa (Pedro); Fernando Torres (Llorente). Técnico: Vicente del Bosque

Esquema Tático de Portugal
4-3-3
Eduardo; Ricardo Costa, Ricardo Carvalho, Bruno Alves e Fábio Coentrão; Pepe (Pedro Mendes), Tiago e Raul Meireles; Simão (Liédson), Hugo Almeida (Danny) e Cristiano Ronaldo. Técnico: Carlos Queiroz

Cartões amarelos
Espanha: Xabi Alonso
Portugal: Tiago

Cartão vermelho
Portugal: Ricardo Costa

Árbitro
Héctor Baldassi (ARG)

Local
Estádio Green Point, Cidade do Cabo

Paraguai 0 (5) x (3) 0 Japão


Disputa por pênaltis:
Paraguai: Barreto (gol), Barrios (gol), Riveros (gol), Valdez (gol) e Cardozo (gol)
Japão: Endo (gol), Hasebe (gol), Komano (trave) e Honda (gol)

Esquema Tático do Paraguai
4-3-3
Villar; Bonet, Paulo da Silva, Alcaraz e Morel Rodríguez; Ortigoza (Barreto); Vera e Riveros; Benítez (Valdez), Santa Cruz (Cardozo) e Barrios
Técnico: Gerardo Martino

Esquema Tático do Japão
4-1-4-1
Kawashima; Komano, Nakazawa, Tanaka e Nagatomo; Hasebe; Matsui (Okazaki), Abe (Kengo Nakamura), Endo e Okubo (Tamada); Honda
Técnico: Takeshi Okada

Cartões amarelos
Paraguai: Riveros
Japão: Matsui, Honda, Endo e Nagatomo

Árbitro
Frank De Bleeckere (Bélgica)

Local
Loftus Versfeld, em Pretória

Brasil 3 x 0 Chile


Gols
Brasil: Juan, aos 34min, Luís Fabiano, aos 38min do 1º tempo e Robinho, aos 14min do 2º tempo

Esquema Tático do Brasil
4-3-1-1
Júlio César; Maicon, Lúcio, Juan e Michel Bastos; Gilberto Silva; Daniel Alves e Ramires; Kaká (Kléberson); Robinho (Gilberto) e Luís Fabiano (Nilmar)
Técnico: Dunga

Esquema Tático do Chile
4-2-3-1
Bravo; Isla (Millar), Fuentes, Contreras (Tello) e Vidal; Carmona e Carmona; Alexis Sánchez, Beausejour e Mark González (Valdívia); Suazo
Técnico: Marcelo Bielsa

Cartões amarelos
Brasil: Kaká e Ramires
Chile: Vidal, Millar e Fuentes

Árbitro
Howard Webb (Inglaterra)

Local
Ellis Park Stadium, em Johannesburgo

Holanda 2 x 1 Eslováquia


Gols
Holanda: Robben, aos 18min do 1º tempo, e Sneijder, aos 38min do 2º tempo
Eslováquia: Vittek, aos 49min do 2º tempo

Esquema Tático da Holanda
4-2-3-1
Stekelenburg; Van der Wiel, Heitinga, Mathijsen e Van Bronckhorst; De Jong e Van Bommel; Robben (Elia), Sneijder (Afellay) e Kuyt; Van Persie (Huntelaar)
Técnico: Bert van Marwijk

Esquema Tático da Eslováquia
4-2-3-1
Mucha; Pekarik, Skrtel, Durica e Zabavnik (Kopunek); Kucka e Hamsik (Sapara); Stoch, Weiss e Jendrisek (Kopunek); Vittek
Técnico: Vladimir Weiss

Cartões amarelos
Holanda: Robben e Stekelenburg
Eslováquia: Skrtel, Kucka e Kopunek

Árbitro
Alberto Undiano (Espanha)

Local
Moses Mabida Stadium, em Durban

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Argentina 3 x 1 México


O México foi a seleção que mais se preparou para essa Copa do Mundo. Tinham completa noção que não bastaria passar de fase, era necessário vencer o grupo. Mais tropeçaram nos donos da casa e nos uruguaios, repetindo o mesmo adversário de 4 anos atrás: a Argentina. Liderados pelo melhor do mundo, Messi, os hermanos se consolidam como favoritos a cada rodada que passa.
O jogo começou equilibrado. Mexicanos e argentinos faziam uma boa partida, com ligeira superioridade para o México que já tinha acertado uma bola na trave do goleiro Romero. A Argentina, favorita, começava a ver que seria difícil passar pelos mexicanos. Mas em um dos erros mais absurdos desse mundial, Tevez, em posição de impedimento, abriu o placar e desestruturou os mexicanos. Tanto que na falha grotesca de Osório, Higuain roubou a bola, driblou o goleiro e anotou o segundo. Mais uma vez um erro de arbitragem seria decisivo nessa Copa. Outra hora iremos, com calma, discutir um pouco sobre tecnologia no futebol. Mas depois do Mundial...
Na volta do intervalo, na base do vontade, Tevez acertou um lindo chute e fez o terceiro tento argentino. Liquidou a partida. Os mexicanos ainda tentaram, diminuiram com Hernandez, mas faltava tempo e verticalidade no futebol mexicano que perdia muito tempo tocando a bola de lado.
Argentinos agora enfrentam os alemães, rezando para que a história de 2006 não se repita. Uma coisa é fato: são as duas equipes que apresentaram o melhor futebol da competição. Tem tudo para ser um jogo inesquecível. Veremos...

Gols
Argentina: Tevez, aos 25min, e Higuaín, aos 32min do 1º tempo; Tevez, aos 7min do 2º tempo
México: Hernández, aos 26min do 2º tempo

Esquema Tático da Argentina
4-1-3-2
Romero; Otamendi, Demichelis, Burdisso e Heinze; Mascherano; Maxi Rodríguez (Pastore), Messi e Di María (Jonás Gutiérrez); Tevez (Verón) e Higuaín. Técnico: Diego Maradona

Esquema Tático do México
4-2-3-1
Pérez; Juárez, Osorio, Rodríguez e Salcido; Rafa Márquez e Torrado; Giovani dos Santos, Bautista (Barrera) e Guardado (Franco); Hernández. Técnico: Javier Aguirre

Cartões amarelos
México: Rafa Márquez

Árbitro
Roberto Rosetti (ITA)

Local
Estádio Soccer City, Johannesburgo

terça-feira, 29 de junho de 2010

Alemanha 4 x 1 Inglaterra


Foi inevitável não voltar no tempo. Depois de 44 anos, mais uma bola entra mas o gol não é validado em um confronto Alemanha x Inglaterra. Agora invertendo os lados, se antes os ingleses foram beneficiados, chegou a vez dos alemães. Mas deixemos o árbitro de lado e falemos da partida.
Apesar de terem conseguido suas classificações na última rodada, Alemanha e Inglaterra tiveram caminhadas muito diferentes. A Alemanha teve uma estréia de gala, goleando os australianos com um futebol eficiente e vistoso. Mas caíram de produção durante o Mundial. A expulsão de Klose foi decisiva contra a Sérvia e tiveram muitas dificuldades para superar a retranca de Gana. Devido aos cortes pré-copa, os alemães são a segunda seleção mais jovem do campeonato. Atuando no esquema 4-2-3-1, tem um dos melhores laterais do mundo, Lahm, zagueiros e volantes seguros e 3 meias rápidos e habilidosos: Muller, Ozil e Podolski, que tem sido os grandes destaques dos germânicos na Copa.
Já os ingleses não estiveram na África do Sul. Os astros Lampard, Gerrard e Rooney jogaram muito abaixo do que podem. E Terry sentiu falta do companheiro Ferdinand na zaga. Segundo Fabio Capello, treinador da equipe, seus comandados estavam baleados, cansados. Acho que o jogo não encaixou mesmo. Para mim, o English Team sempre chamou atenção pelo potencial de seus jogadores, não pelo que eles jogaram pela seleção. Mas vamos ao jogo.
A Alemanha entrou muito bem postada em campo. Mostrando uma saída de jogo muito rápida, na base de triangulações envolventes principalmente do lado do reserva Upson. E foi assim que nasceram os dois primeiros gols do jogo. Lançamento nas costas de Upson, Klose abriu o placar. E no segundo gol, Muler recebeu nas costas de Upson e tocou para Podolski que ampliou. Parecia que viria goleada. A Inglaterra não conseguia ter a bola nos pés e a superioridade alemã era esmagadora. Mas aí os ingleses jogaram os únicos 20 minutos de futebol na África. Num cruzamento na área, Upson tentou se redimir e diminuiu. Foi quando Jorge Larrionda, o juiz da partida, não validou o belo gol que Lampard fizera. Talvez no único lâmpejo do atleta na competição inteira. O gol mudaria o jogo. Ficaria mais difícil para os alemães. Mas acho que eles ganhariam do mesmo jeito. Voltaram bem armados defensivamente, sem dar espaço e mortais no contra-ataque. Em dois lances, puxados por Ozil, Muler sacramentou a classificação alemã. A partir dai foi segurar a bola e esperar a partida terminar. A Alemanha está entre as oito melhores seleções da Copa. E a Inglaterra, que tinha planejado ao menos as semifinais, volta para casa bem antes do que esperava.

Gols
Alemanha: Klose, aos 20min, Podolski, aos 32min do 1º tempo e Müller, aos 22min, e Müller aos 25min do 2º tempo
Inglaterra: Upson, aos 37min do 1º tempo

Esquema Tático da Alemanha
4-2-3-1
Neuer; Lahm, Mertesacker, Friedrich e Boateng; Khedira e Schweinsteiger; Müller (Trochowski), Özil (Kiessling) e Podolski; Klose (Gómez)
Técnico: Joachim Löw

Esquema Tático da Inglaterra
4-4-2
James; Glen Johnson (Wright-Phillips), Terry, Upson e Ashley Cole; Milner (Joe Cole), Lampard, Barry e Gerrard; Rooney e Defoe (Heskey)
Técnico: Fabio Capello

Cartões amarelos
Alemanha: Friedrich
Inglaterra: Glen Johnson

Árbitro
Jorge Larrionda (Uruguai)

Local
Free State Stadium, em Bloemfontein

domingo, 27 de junho de 2010

Estados Unidos 1 x 2 Gana


Na Copa da África, Gana consegue igualar as melhores participações de países africanos na história das mundiais. Na prorrogação, eliminaram os americanos e irão enfrentar os uruguaios na próxima fase. Mas vamos ao jogo...
Os americanos, classificados em 1º lugar no Grupo C, entraram no jogo com ligeiro favoritismo. Apesar de terem conseguido a classificação para a 2º fase nos acréscimos do segundo tempo, os Estados Unidos mostraram um time muito aguerrido, montado no 4-4-2 tradicional, além de muita força física. Já a seleção africana, joga no esquema da moda, o 4-2-3-1, com a linha defensiva com dois laterais que quase não apoiam. Bem fechados na defesa, Gana abriu o placar logo no início da partida, no contra-ataque começado e finalizado por Prince Boateng: Estados Unidos 0 x 1 Gana. O técnico Bob Bradley, logo aos 31 minutos do primeiro tempo, surpreendeu a todos sacando o volante Clark, que errara no gol de Gana e já tinha cartão amarelo, por Edu, consertando o meio campo norte americano. Com algumas chances para ambos os lados, o primeiro tempo terminou com um a zero para os africanos.
No intervalo, Bob Bradley mexeu no time novamente. Sacou o atacante Findley e pôs o meia Feilhaber, mudando o time americano para um 4-2-3-1, com a linha de meias sendo formada por Dempsey, Donovan e Feilhaber. E o time melhorou muito. Principalmente pelo aumento na troca de passes entre os habilidosos meias americanos. Aos 16, depois de penalti sofrido por Dempsey, Donovan empatou o jogo e parecia que a virada era questão de tempo. Só que aí começou a bater o cansaço nos Estados Unidos. Gana equilibrou as ações, ambos os times desperdiçaram chances, mas a partida terminou empatada. Era a primeira prorrogação da Copa do Mundo da África do Sul.
Logo no primeiro lance da prorrogação, Bocanegra perdeu a disputa de corpo com Gyan, que marcou na saída do goleiro Howard. Os americanos, mortos em campo, se limitaram aos chutões para frente e cruzamentos na área. Até tiveram chances, mas Gana se defendeu bem e está nas quartas de final.

Gols
Estados Unidos: Donovan, aos 16min do 2º tempo
Gana: Kevin-Prince Boateng, aos 5min do 1º tempo, e Gyan, aos 2min do 1º tempo da prorrogação

Esquema Tático dos Estados Unidos
4-4-2
Howard; Cherundolo, DeMerit, Bocanegra e Bornstein; Clark (Edu), Bradley, Dempsey e Donovan; Findley (Feilhaber) e Altidore (Gomez). Técnico: Bob Bradley

Esquema Tático de Gana
4-1-4-1
Kingson; Paintsil, John Mensah, Jonathan Mensah e Sarpei (Addy); Annan; Inkoom (Muntari), Asamoah, Kevin-Prince Boateng (Appiah) e Ayew; Gyan. Técnico: Milovan Rajevac

Cartões amarelos
Estados Unidos: Clark, Cherundolo e Bocanegra
Gana: Jonathan Mensah e Ayew

Árbitro
Viktor Kassai (HUN)

Local
Estádio Royal Bafokeng, Rustemburgo

Uruguai 2 x 1 Coréia do Sul


Começou a fase final da Copa do Mundo de 2010. 16 equipes voltaram para casa e agora na medida em que os times perderem os jogos, voltam para casa. A expectativa é que a qualidade dos jogos melhorem, as equipes saiam mais para o jogo. Mas, não foi isso que aconteceu no confronto entre Uruguai e Coréia do Sul.
Os uruguaios chegaram as oitavas de final sem perder nenhum jogo, foram 2 vitórias e 1 empate, e sem sofrer nenhum gol. Mas com um futebol que não encanta, com um setor defensivo muito sólido e meio campo marcador. Futebol de muito força.
Já os coreanos chegaram a essa fase depois de 1 vitória, 1 empate e 1 derrota. Uma equipe descendente nesse mundial. Mas o time me agrada. Muito veloz, tem jogadores com habilidade. Pecam na finalização.
E quando os uruguaios abriram o placar com Suarez, na falha grosseira do goleiro coreano, o jogo ficou com a cara deles. Porque foi assim que a celeste jogou todo o torneio. Esperando o adversário. E foi isso que fez durante todo o 1° tempo.]
Na etapa complementar os coreanos voltaram decididos a buscar o resultado, enquanto o Uruguai se limitava apenas a defender. E em bola alçada na área, contando com a afobação do goleiro Muslera, a Coréia do Sul empatou o jogo. Empate merecido. Esse futebol de resultado me irrita. O Uruguai simplesmente abdicou de atacar. Ficava inteiro no campo de defesa, mesmo tendo 3 atacantes em campo (Forlan, Suarez e Cavani). E a Coréia estava pressionando, mas tinha muita dificuldade nas finalizações.
E quem achou que a Coréia conseguiria a virada, se enganou. A celeste voltou a atacar e no rebote de um escanteio, Suarez num lindo chute colocou o Uruguai na frente novamente. Prova da covardia uruguaia. Quando quis atacar, conseguiram marcar.
O Uruguai depois de 40 anos volta a disputar a fase quartas de final de uma Copa do Mundo. E a Coréia do Sul, apesar de eliminado me deixa uma boa impressão. Quem se acostumou a ver os coreanos como sacos de pancada, vê-los na fase mata-mata e dando trabalho aos adversários é muito bacana.

Gols
Uruguai: Luis Suárez, aos 8min do 1º tempo e aos 35min do 2º tempo
Coreia do Sul: Lee Chung-Yong, aos 23min do 2º tempo

Esquema Tático do Uruguai
4-3-1-2
Muslera; Maxi Pereira, Lugano, Godín (Victorino) e Fucile; Arévalo Rios; Diego Pérez e Alvaro Pereira (Lodeiro); Forlán; Luis Suárez (Alvaro Fernández) e Cavani
Técnico: Oscar Tabarez

Esquema Tático da Coreia do Sul
4-2-3-1
Jung Sung-Ryong; Cha Du-Ri, Cho Yong-Hyung, Lee Jung-Soo e Lee Young-Pyo; Kim Jung-Woo e Ki Sung-Yueng Yeom Ki-Hun; Lee Chung-Yong, Ji Sung-Park e Kim Jae-Sung (Lee Dong-Guk); Park Chu-Yong
Técnico: Huh Jung-Moo

Cartões amarelos
Coreia do Sul: Cha Du-Ri, Kim Jung-Woo e Cho Yong-Hyung

Árbitro
Wolfgang Stark (Alemanha)

Local
Nelson Mandela Bay, em Port Elizabeth

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Chile 1 x 2 Espanha


Gols
Chile: Millar, aos 2min do 2º tempo
Espanha: Villa, aos 23min, e Iniesta, aos 37min do 1º tempo

Esquema Tático do Chile
3-4-3
Bravo; Medel, Ponce e Jara; Isla, Estrada, Vidal e Mark González (Millar); Sánchez (Orellana), Valdivia (Paredes) e Beauséjour. Técnico: Marcelo Bielsa

Esquema Tático da Espanha
4-2-3-1
Casillas; Sergio Ramos, Piqué, Puyol e Capdevila; Busquets e Xabi Alonso (Javi Martínez); Iniesta, Xavi e David Villa; Fernando Torres (Fàbregas). Técnico: Vicente del Bosque

Cartões amarelos
Chile: Medel, Ponce e Estrada

Cartão vermelho
Chile: Estrada

Árbitro
Marco Rodríguez (MEX)

Local
Estádio Loftus Versfeld, Pretória

Suiça 0 x 0 Honduras


Esquema Tático da Suíça
4-4-1
Benaglio; Lichsteiner, Von Bergen, Grichting, Ziegler; Barnetta, Huggel (Shaqiri), Inler, Gelson Fernandes (Yakin); Derdyok e Nkufo (Frei).
Técnico: Ottmar Hitzfeld

Esquema Tático de Honduras
4-4-2
Valladares; Sabillón, Chávez, Bernárdez, Figueroa; Alvarez, Wilson Palacios, Thomas, Núñez (Martinez); Jerry Palacios (Welcome) e Suazo (Turcios).
Técnico: Reinaldo Rueda

Cartões amarelos
Suíça: Gelson Fernandes
Honduras: Thomas, Suazo, Chávez e Wilson Palacios

Árbitro
Hector Baldassi (Argentina)

Local
Estádio Free State, Bloemfontein

Coréia do Norte 0 x 3 Costa do Marfim


Gols
Costa do Marfim: Keita, aos 14min do primeiro tempo; Romaric, aos 20min do primeiro tempo; Kalou, aos 36min do segundo tempo

Esquema Tático da Coreia do Norte
5-4-1
Ri Myong Guk; Cha Jong Hyok, Pak Chol Jin, Ri Jun Il, Ji Yun Nam e Ri Kwang Chon; Mun In Guk (Kum Chol), An Yong Hak, Pak Nam Chol e Hong Yong Jo; Jong Tae Se
Técnico: Kim Jong Hun

Esquema Tático da Costa do Marfim
4-3-3
Barry; Eboué, Kolo Touré, Zokora e Boka; Romaric (Doumbia), Yaya Touré e Tioté; Gervinho, Drogba e Keita (Kalou).
Técnico: Sven-Göran Eriksson

Árbitro
Alberto Undiano (Espanha)

Local
Mbombela Stadium, Nelspruit

Portugal 0 x 0 Brasil


Esquema Tático de Portugal
4-3-3
Eduardo; Ricardo Costa, Ricardo Carvalho, Bruno Alves e Coentrão; Pepe (Pedro Mendes), Raul Meireles (Miguel Veloso) e Tiago; Danny, Cristiano Ronaldo e Duda (Simão)
Técnico: Carlos Queiroz

Esquema Tático do Brasil
4-2-3-1
Júlio César; Maicon, Lúcio, Juan e Michel Bastos; Gilberto Silva e Felipe Melo (Josué); Daniel Alves, Júlio Baptista (Ramires) e Nilmar; Luís Fabiano (Grafite)
Técnico: Dunga

Cartões amarelos
Portugal: Duda, Tiago, Pepe e Coentrão
Brasil: Juan, Luís Fabiano e Felipe Melo

Árbitro
Benito Archundia (México)

Local
Moses Mabhida, em Durban

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Paraguai 0 x 0 Nova Zelândia


Esquema Tático do Paraguai
4-3-3
Villar; Caniza, Da Silva, J. Cáceres, Morel; Vera, Victor Cáceres, Riveros; Santa Cruz, Óscar Cardozo (Barrios), Haedo Valdez (Benítez)
Técnico: Gerardo Martino

Esquema Tático da Nova Zelândia
3-4-3
Paston; Reid, Nelsen e Smith; Bertos, Vicelich, Elliot e Lochhead; Smeltz, Killen (Brockie) e Fallon (Wood)
Técnico: Ricki Herbert

Cartões amarelos
Paraguai: Victor Cáceres e Santa Cruz
Nova Zelândia: Nelsen

Árbitro
Yuichi Nishimura (Japão)

Local
Peter Mokaba Stadium, em Polokwane

Eslováquia 3 x 2 Itália


Gols
Eslováquia: Vittek, aos 25min do 1º tempo, Vittek aos 28min do 2º tempo e Kopunek aos 44min do 2º tempo
Itália: Di Natale, aos 36min do 2º tempo e Quagliarella aos 47min do 2º tempo

Esquema Tático da Eslováquia
4-2-3-1
Mucha; Pekarik, Skrtel, Durica e Zabavnik; Kucka e Strba (Kopunek); Stoch, Hamsik e Jendrisek (Petras); Vittek (Sestak)
Técnico: Vladimir Weiss

Esquema Tático da Itália
4-3-3
Marchetti; Zambrotta, Cannavaro, Chiellini e Criscito (Maggio); De Rossi; Gattuso (Quagliarella) e Montolivo (Pirlo); Pepe, Iaquinta e Di Natale
Técnico: Marcello Lippi

Cartões amarelos
Eslováquia: Vittek, Strba, Mucha e Pekarik
Itália: Cannavaro, Chiellini, Pepe e Quagliarella

Árbitro
Howard Webb (Inglaterra)

Local
Ellis Park, em Johannesburgo

Camarões 1 x 2 Holanda


Gols
Camarões: Eto'o, aos 19min do 2º tempo
Holanda: Van Persie, aos 36min do 1º tempo, e Huntelaar, aos 38min do 2º tempo

Esquema Tático de Camarões
4-4-2
Souleymanou; Geremi, Mbia, N'Koulou (Rigobert Song) e Assou-Ekotto; Makoun, Chedjou, N'Guémo e Bong (Aboubakar); Eto'o e Choupo-Moting (Idrissou). Técnico: Paul Le Guen

Esquema Tático da Holanda
4-2-3-1
Stekelenburg; Boulahrouz, Heitinga, Mathijsen e Van Bronckhorst; De Jong e Van Bommel; Kuyt (Elia), Sneijder e Van der Vaart (Robben); Van Persie (Huntelaar). Técnico: Bert van Marwijk

Cartões amarelos
Camarões: N'Koulou e Mbia
Holanda: Kuyt, Van der Vaart e Van Bronckhorst

Árbitro
Pablo Pozo (CHI)

Local
Estádio Green Point, Cidade do Cabo

Dinamarca 1 x 3 Japão


Gols
Dinamarca: Tomasson, aos 35min do 2º tempo

Esquema Tático da Dinamarca
4-2-3-1
Sorensen; Jacobsen, Kroldrup (Larsen), Agger, Simon Poulsen; Christian Poulsen, Kahlenberg (Eriksen), Jorgensen (Jakob Poulsen), Tomasson, Rommedahl; Bendtner.
Técnico: Morten Olsen

Esquema Tático do Japão
4-1-4-1
Kawashima; Komano, Nakazawa, Marco Tulio Tanaka, Nagatomo; Abe; Hasebe, Matsui (Okazaki), Endo (Inamoto), Okubo (Konno); Honda.
Técnico: Takeshi Okada

Cartões amarelos
Dinamarca: Kroldrup, Christian Poulsen e Bendtner
Japão: Endo e Nagatomo

Árbitro
Jerome Damon (África do Sul)

Local
Estádio Royal Bafokeng, Rustemburgo

Austrália 2 x 1 Sérvia


Gols
Austrália: Cahill, aos 23min do 2º tempo e Holman, aos 27min do 2º tempo
Sérvia: Pantelic aos 37min do 2º tempo

Esquema Tático da Austrália
4-2-3-1
Schwarzer; Wilkshire (Garcia), Beauchamp, Neill, Carney; Culina, Valeri (Holman); Emerton, Cahill, Bresciano (Chipperfield); Kennedy.
Técnico: Pim Verbbek

Esquema Tático da Sérvia
4-5-1
Stojkovic; Ivanovic, Vidic, Lukovic, Obradovic; Krasic (Tosic), Stankovic, Kuzmanovic (Subotic), Ninkovic, Jovanovic; Zigic (Lazovic).
Técnico: Radomir Antic

Cartões amarelos
Austrália: Beauchamp, Wilkshire e Emerton
Sérvia: Lukovic e Ninkovic

Árbitro
Jorge Larrionda (URU)

Local
Estádio Mbombela, Nelspruit

Gana 0 x 1 Alemanha


Gol
Alemanha: Özil, aos 15min do 2º tempo

Esquema Tático de Gana
4-1-4-1
Kingson; Paintsil, John Mensah, Jonathan Mensah e Sarpei; Annan; Tagoe (Muntari), Boateng, Asamoah e Ayew (Adiyiah); Gyan (Amoah). Técnico: Milovan Rajevac

Esquema Tático da Alemanha
4-2-3-1
Neuer; Lahm, Friedrich, Mertesacker e Boateng (Jansen); Khedira e Schweinsteiger (Kroos); Müller (Trochowski), Özil e Podolski; Cacau. Técnico: Joachim Löw

Cartões amarelos
Gana: Ayew
Alemanha: Müller

Árbitro
Carlos Eugênio Simon (BRA)

Local
Estádio Soccer City, Johannesburgo

Estados Unidos 1 x 0 Argélia


Gol:
Estados Unidos: Donovan, aos 46min do segundo tempo

Esquema Tático dos Estados Unidos
4-4-2
Howard; Cherundolo, DeMerit, Bocanegra e Bornstein (Beasley); Donovan, Bradley, Edu (Buddle) e Dempsey; Gomez (Feilhaber) e Altidore. Técnico: Bob Bradley

Esquema Tático da Argélia
3-4-2-1
M'Bolhi; Bougherra, Halliche, Yahia; Kadir, Yebda, Lacen e Belhadj; Ziani (Guedioura) e Matmour (Saifi); Djebbour (Ghezzal). Técnico: Rabah Saadane

Cartões amarelos
Estados Unidos: Altidore e Beasley

Argélia: Yebda e Lacen

Cartão vermelho
Argélia: Yahia

Árbitro
Frank de Bleeckere (BEL)

Local
Luftus Versfeld Stadium, em Pretória

Eslovênia 0 x 1 Inglaterra


Gol
Inglaterra: Defoe, aos 22min do 1º tempo

Esquema Tático da Eslovênia
4-4-2
Handanovic; Brecko, Suler, Cesar e Jokic; Kirm (Matavaz), Radosavljevic, Koren e Birsa; Novakovic e Ljubijankic (Dedic)
Técnico: Matjaz Kek

Esquema Tático da Inglaterra
4-4-2
James; Johnson, Terry, Upson e Ashley Cole; Milner, Lampard, Barry e Gerrard; Rooney (Joe Cole) e Defoe (Heskey)
Técnico: Fabio Capello

Cartões amarelos
Eslovênia: Jokic, Dedic, Birsa
Inglaterra: Glen Johnson

Árbitro
Wolfgang Stark (Alemanha)

Local
Nelson Mandela Bay, em Port Elizabeth

Nigéria 2 x 2 Coréia do Sul



Gols:
Nigéria: Uche, aos 11min do primeiro tempo e Yakubo, aos 23min do segundo tempo

Coreia do Sul: Lee Jung Soo, aos 37min do primeiro tempo e Park Chu Young, aos 3min do segundo tempo

Esquema Tático da Nigéria
4-4-2
Enyeama; Odiah, Yobo (Echiejile), Shittu e Afolabi; Etuhu, Ayila, Uche e Obasi; Kanu (Martins) e Yakubu (Obinna). Técnico: Lars Lagerback

Esquema Tático da Coreia do Sul
4-4-2
Jung Sung Ryong; Cha Du Ri, Cho Yong Hyung, Lee Jung Soo e Lee Young Pyo; Ki Sung Yueng (Kim Jae Sung), Kim Jung Woo, Lee Chung Yong e Park Ji Sung; Yeom Ki Hun (Kim Nam Il) e Park Chu Young (Kim Dong Jin). Técnico: Huh Jung Moo

Cartões amarelos
Nigéria: Enyeama, Ayila, Obasi
Coreia do Sul: Kim Nam Il

Árbitro
Olegario Benquerenca (POR)

Local
Durban Stadium

Grécia 0 x 2 Argentina


FICHA TÉCNICA

Gols
Argentina: Demichelis, aos 32min, e Palermo, aos 43min do 2º tempo

Esquema Tático da Grécia
3-5-1-1
Tzorvas; Papadopoulos, Moras e Kyrgiakos; Vyntra, Katsouranis (Ninis), Papastathopoulos, Tziolis e Torosidis (Patsatzoglou); Karagounis (Spiropoulos); Samaras. Técnico: Otto Rehhagel

Esquema Tático da Argentina
4-3-3
Romero; Otamendi, Demichelis, Burdisso e Clemente Rodríguez; Bolatti, Verón e Maxi Rodríguez (Di María); Agüero (Pastore), Messi e Milito (Palermo). Técnico: Diego Maradona

Cartões amarelos
Grécia: Katsouranis
Argentina: Bolatti

Árbitro
Ravshan Irmatov (UZB)

Local
Estádio Peter Mokaba, Polokwane

França 1 x 2 África do Sul


Gols:
África do Sul: Khumalo aos 20min do 1º tempo, Mphela aos 37min do 2º tempo
França: Malouda aos 25min do 2º tempo

Esquema Tático da França
4-3-3
Lloris; Sagna, Gallas, Squillaci e Clichy; Alou Diarra (Govou); Diaby e Gourcuff; Cissé (Henry), Gignac (Malouda) e Ribéry
Técnico: Raymond Domenech

Esquema Tático da África do Sul
4-3-2-1
Josephs; Ngcongca (Gaxa); Mokoena, Khumalo e Masilela; Sibaya; Pienaar e Khuboni (Modise); Parker (Nomvethe) e Tshabalala; Mphela
Técnico: Carlos Alberto Parreira

Cartões amarelos
França: Diaby

Cartão vermelho
França: Gourcuff

Árbitro
Oscar Ruiz (Colômbia)

Local
Free State Stadium, em Bloemfontein

domingo, 20 de junho de 2010

Gana 1 x 1 Austrália


Tinha cravado Gana como único país africano a se classificar para a segunda fase. Acho que me enganei...
Sou obrigado a concordar que as alterações na seleção australiana surtiram efeito. A Austrália, assim como a França, tem o grupo rachado. O treinador Verbeek não continuará no comando da seleção após a Copa. Os jogadores questionam suas decisões e dão palpite na escalação. Foram 4 mudanças. A equipe mehorou e abriu o placar com dois atletas que estreavam na competição. Em cobrança de falta de Bresciano, o goleiro Kingson soltou a bola e Holman fez o gol. Os "asiáticos" mandavam no jogo até a expulsão de Kewell. Merecida, o australiano tirou com a mão bola que entrava no gol. E na cobrança do penalti, Gyan empatou. Parecia que a partida iria mudar de dono, mas não mudou.
Durante todo o segundo tempo a Austrália ameaçou. Merecia a vitória. Gana perdeu a chance de eliminar os australianos e jogar pelo empate contra os alemães. Paciência, não jogou para vencer. Com certeza essa Copa seria diferente para a Austrália se não fossem as expulsões dos melhores atletas da equipe, Cahill e Kewell. Jogaram as fichas contra Sérvia, mas o saldo de menos 4 dificultará a tarefa australiana.

Holanda 1 x 0 Japão


Estava muito ansioso para assistir esse jogo. Confesso que tenho acompanhado todos os jogos da Copa, nem que seja pelo rádio. Mas gosto mesmo de assistir o jogo, ver com meus olhos. E queria ver a Holanda jogar.
A Espanha e o Brasil são favoritos pelo que jogaram nos últimos 4 anos. Argentina e Holanda pelo que jogaram esse ano. Mas, mais uma vez, me decepcionei. Mas antes falemos do Japão.
Não me perguntem o porque mas Japão e Coréia do Sul me agradam. Já tinha gostado do desempenho japonês contra os camaroneses. E cumpriram o papel a que se propuseram. O time me agradou. Dois laterais, rápidos no apoio e que fecharam muito bem os espaços. A dupla de zaga com o experiente Nakazawa e o surpreendente Marco Túlio Tanaka, muito eficiente na marcação de Van Persie, boa saída de jogo e muito forte nos lances aéreos. Calma! Parece exagero, um zagueiro desse no Japão? Pelo menos ontem jogou tudo isso sim. Para mim, o melhor em campo. Dois volantes: Abe, grudou no Sneider e Endo, batedor oficial de bolas paradas. Três meias: Hasebe, atleta do Wolfsburg, pelo meio; Okubo, aberto pela esquerda e Matsui pela direita. E Honda isolado na frente. Além de obedientes taticamente falando, os japoneses tem qualidade com a bola nos pés. Não se limitam a correria, tem habilidade para driblar e bom toque de bola. Passaram o primeiro tempo inteiro com um 4-5-1 muito nítido, com Honda voltando quase até a intermediária. E a Holanda trocava bola de um lado para o outro, sem chegar com perigo. Lembrou muito o jogo do Brasil contra a Coréia do Norte.
A Holanda tem um time muito estável. Sistema defensivo sólido, com Van Der Wiel, Heitinga, Mathijsen e Van Bronckhorst, o mais fraco dos quatro. Dois volantes experientes, De Jong e Van Bommel. Sneider na criação de jogadas para Kuyt, Van Persie e Van Der Vaart. Sem Robben ainda, deve estrear apenas na segunda fase. E logo no início do segundo tempo "achou" um gol. No rebote de uma bola alçada na área, Sneider chutou e o goleiro aceitou. E quando todos pensaram que os "laranjas" iriam atropelar os niponicos, os japoneses tentaram jogar de igual para igual contra os holandeses. Abriram espaços, é claro, a Holanda poderia ter marcado mais gols, perderam 2 chances claras. Mas o Japão pressionou. É um bom time. Tem chances reais de empatar com os dinamarqueses e classificarem para a fase final.
Se até aqui falamos muito mal do Brasil por ser um time lento e não conseguir furar as retrancas, vamos falar mal também da Holanda. Foram dois jogos assim. Toques para o lado, pouca movimentação e gols muito sem graça. Só que gol é gol. Vitória é vitória e os holandeses já estão classificados para a segunda fase.

Inglaterra 0 x 0 Argélia


Parece que a Inglaterra foi a seleção mais prejudicada pelas contusões pré-copa. A perda dos líderes Beckham e Ferdinand vem afetando o "English Team", a equipe inglesa não se soltou ainda.
O time da Argélia é ruim. Melhorou em relação ao jogo contra a Eslovênia, mas é muito limitado. Jogaram fechados, esperando a brecha dos ingleses, o que não aconteceu.
O jogo dos ingleses não está encaixando. Os laterais não estão bem no apoio, o meio campo estrelar, com Gerrard e Lampard, não funciona. E Rooney está visivelmente baleado. Anaisando a partida em si, Heskey se destacou pela força de vontade, mas falta qualidade.
A Argélia não deve classificar. Devem perder para os americanos, time com melhor futebol no grupo. E os ingleses ainda estão vivos. Acredito na classificação. Mas Lampard e Gerrard precisam liderar o time em campo. Ashley Cole, que considero um excelente lateral, tem que apoiar com qualidade. Subindo a produção do meio campo, a bola chegará com qualidade no ataque e Rooney vai aparecer. Podem ter certeza.
Palpite: 1º lugar: EUA / 2º lugar: Inglaterra

Alemanha 0 x 1 Sérvia


E o time que mais encantou na primeira rodada caiu diante da Sérvia. Mas a seleção da Alemanha mostrou um bom futebol novamente. Os germânicos tem um lado direito muito forte com o apoio de Lahm e Mueller jogando por ali também. Khedira e Schweinsteiger dão suporte a defesa. Ozil muito bem na armação e Podolski, que não esteve bem no jogo, pelo lado esquerdo. O atacante Klose, que aproveitou uma das cinco claras chances de gol que teve na estréia, fez duas faltas violentas e aos 37 minutos da primeira etapa conseguiu ser expulso. A partida estava equilibrada, com pouca vantagem para os alemães. Só que a expulsão mexeu com os bávaros e no lance seguinte, depois de bate-e-rebate na área, Jovanovic abriu o marcador.
A Sérvia fazia uma partida melhor que na estréia, contra Gana. O time teve três alterações: saíram Pantelic, Milinas e Lukovic (expulso na estréia); entraram Ninkovic, Subotic e Kuzmanovic. Mas equipe melhorou muito com a participação muito mais efetiva do meia Krasic. Nas bolas paradas e pelo lado direito, em cima do limitado lateral Badstuber, o meia do CSKA imprimiu outro ritmo aos sérvios.
No segundo tempo, a Sérvia entrou para manter o resultado. Esperou a Alemanha que criou várias oportunidades, inclusive um penalti desperdiçado pelo meia-atacante Podolski. O resultado embolou a tabela de classificação do Grupo D. Acredito que os europeus devem classificar, com alemães na primeira colocação. Volto a frisar, apesar da derrota, é o time com o melhor futebol da Copa, junto com a Argentina.

Grécia 2 x 1 Nigéria


Este foi o confronto de duas equipes que decepcionaram muito nessa Copa do Mundo. No iníco da partida parecia que os africanos iriam se recuperar após derrota contra a Argentina na estréia, fez 1 a 0 com Uche, aos 16 e jogavam melhor. Mas aos 33, o volante Kaita agrediu um atleta grego e foi expulso. O jogo ficou favorável aos gregos, que meio "na marra", com bolas lançadas na área e muita vontade virou o jogo. O time da Grécia é muito ruim. Forte fisicamente, mais muito duros e sem técnica.
De se lamentar apenas a falha do goleiro Eneyama, até aqui o melhor arqueiro do campeonato e único jogador a se destacar na partida.

KAITA:

A Nigéria tinha tudo para classificar nesse grupo. Perdeu pelo placar minimo na primeira partida contra o adversário mais difícil do grupo, a Argentina, e vinha vencendo os gregos com facilidade até a explusão de Kaita. Mesmo com a besteira feita pelo atleta nigeriano, não justifica as ameaças de morte que o jogador recebeu em sites de relacionamento. Pior de tudo, citaram ainda o caso do colombiano Escobar, que foi morto em 1994 depois de erro grosseiro. Lembro-me do caso de um lateral-esquerdo camaronês, que perdeu um penalti e teve a casa apedrejada. Lamentável!

Argentina 4 x 1 Coréia do Sul


A Argentina é a primeira equipe a atingir os 100% de aproveitamento. Diferente dos outros gigantes, os argentinos também estão pegando adversários bem fechados na defesa, mas tem tido a sorte, ou a competência, de marcar logo no início das patidas. Foi assim quando Heinze anotou o gol da vitória contra Nigéria aos 6. E no confronto contra coreanos, aos 17, depois de falta cobrada por Messi, a bola entrou após desvio na zaga asiática.
E assim facilita o jogo. A Coréia do Sul, que ia se limitar a defender, teve de sair para o jogo. Os coreanos tiveram uma única modificação entre os titulares que venceram a Grécia na estréia, trocou um atacante por um meia (Me reservo o direito de não escrever o nome dos coreanos. Não vai fazer diferença alguma.). Defensivamente, tinha uma linha de 4 e uma de 5. Com os tigres mais expostos, a Argentina fez o segundo com Higuain e teria saído por intervalo com 2 a 0 se não fosse a falha de Demichelis que perdeu a bola na saída de bola e a Coréia diminuiu.
E o segundo tempo começou com uma surpreendente Coréia do Sul que voltou tentando jogar de igual para igual contra os hermanos. E tiveram chances de empatar. Mas se expor contra, até aqui, a equipe mais ofensiva da Copa pode ser perigoso e Higuain marcou mais duas vezes.
Messi fez um bom jogo novamente. O esquema adotado por Maradona vem dando muita liberdade para que o "pulga" possa jogar a vontade, ao seu estilo.
Os argentinos estão praticamente classificados. Enfrentam os gregos na última rodada.
Já os coreanos precisam vencer os nigerianos para classificar para a próxima fase.

HIGUAIN:

Desse time titular argentino é um dos mais questionados. Ora por seu estilo de jogo meio atrapalhado, ora porque seu substituto imediato, Diego Milito, vive uma momento especial na carreira. E na estréia Higuain perdeu pelo menos 3 boas oportunidades de marcar. E a pressão para entrada de Milito aumentou. Maradona remou contra. Manteve o atacante do Real Madrid. Que anotou três gols, com muito oportunismo, dando o recado que o camisa 9 é o titular do ataque argentino.

sábado, 19 de junho de 2010

França 0 x 2 México



O México não ousou me decepcionar de novo! hehehe!
Brincadeiras a parte, os mexicanos foram o time que mais treinou no pré-copa. Pude acompanhar o amistoso contra a Itália. Jogaram demais. Um time que sabe trocar mutio bem a bola, dosa com um jogo veloz com os rápidos Vela e Giovani dos Santos. Guile Franco deve perder a vaga para Hernandez, jovem atleta, fez o primeiro gol da partida e vem melhor que o veterano titular. E Rafa Marquez faz uma Copa do Mundo irrepreensível. Atuando como volante ao lado de Torrado, participou dos três tentos mexicanos.
Os latino-americanos foram melhores que os franceses. Mereceram a vitória, assim como na estréia, quando jogaram melhor que a "lacrada" anfitriã. Mescla muito bem juventude e experiência, deve se classificar e dar trabalho na 2ª fase.

FRANÇA:

É inadmissível uma grande seleção como a França, campeã do Mundo, chegar a um Mundial com um grupo neste estado. São profissionais, atuam nos maiores clubes do planeta e devido a brigas internas fazem com que a seleção nacional seja desrespeitada. É sim um desrespeito ao país.
Primeiro o escandalo do envolvimento de atletas, enquanto servindo a seleção, com uma garota menor de idade. Eram 4 atletas. Lembro de Ribery e Benzema. E o atleta do Real Madrid ficou de fora dos 23 de Domenech, técnico da França. Só que os jogadores não confiam no trabalho do técnico. Em campo, formam um bando, não uma equipe. No intervalo dessa partida, Anelka teria discutido com o técnico e foi substituído. Foi cortado da delegação frances. O treinador voltou do intervalo 5 minutos antes do restante da equipe. E a França sofreu os dois gols mexicanos.
Como brasileiro, isso é ótimo. Morremos de medo dos franceses. A França é muito maior que Domenech, Anelka, Abidal... Infelizmente uma forte equipe deve deixar o campeonato na próxima terça-feira.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Mais um bobo sobre futebol

Boa noite, caros amantes do esporte!

Visando contribuir com o blog "Mais um pouco sobre futebol" dos meus grandes amigos, Felipe e Wagner, e devido ao grande número de eventos consecutivos dessa copa do mundo, cá estou para publicar meus comentários inoportunos, pertinentes ou incoerentes, e até mesmo transcedentais, para que vocês, amados leitores, possam se deleitar com informações de qualidade (duvidosa).

Fiquem atentos para informações exclusivas dos atletas, melhores momentos, depoimentos de quem realmente entende do assunto e muito mais de um dos maiores eventos mundiais, a Copa do Mundo de Ginástica Artística.

Esse ano, Lisboa vai ferver!!

Vamos acompanhar nossos craques canarinhos Mosiah Rodrigues, Sérgio Eras e os irmãos Hypólito, Diego e Daniele.


TOKYO - JUNE 12: Natsumi Sasada of Japan competes on the floor during the Artistic Gymnastics 49th NHK Cup at Yoyogi National Stadium on June 12, 2010 in Tokyo, Japan. (Photo by Junko Kimura/Getty Images)


A pedidos também farei posts ocasionais daquele torneio de futebol que está rolando na África, para agradar aqueles que de esportes mais delicados, com ótimos comentários.

Muitas emoções estão aqui , esperando por vocês!

Abraços e até a próxima!